Depois de ver a loucura em que este país andou ao longo de sexta, sábado e hoje, acho que o que me aconteceu (e presumo ter acontecido a muitas e muitos, principalmente no dia 25 - o próprio dia em que assinalava a Black Friday) mostra como algumas marcas e lojas tratam o cliente, achando que somos todos estúpidos e que ninguém repara nestes pequeninos "embustes" de que somos vítimas.
Andei a semana toda com dois artigos no meu carrinho de compras da Zara online - um sobretudo e um par de ténis - mas, como nunca digo que não a um desconto, antes de processar a encomenda lembrei-me que na sexta-feira seria a Black Friday, logo a loja iria estar com 20% de desconto em tudo. Aquele tipo de idiotices de "ah, se posso poupar uns euros, aguento até sexta à meia noite e faço a compra um pouco mais baratinha". #quegrandeingénua
Pois é, fui verificando todos os dias que os artigos ainda estavam disponíveis, ainda adicionei mais uma ou outra coisa que me apetecia comprar e, quinta-feira à noite lá me preparei para despachar a coisa assim que o desconto estivesse disponível.
A loja online ficou inativa durante algum tempo e um pouco antes da meia-noite foi reativada, já com a promoção de 20% de desconto em tudo "a valer". Tinha chegado o momento!
Pois é, tinha, não tinha? Só que tudo o que eu tinha no carrinho estava, extraordinariamente, sem stock. O casaco, os ténis, as camisolas... tudo! Só havia um artigo que estava disponível, tudo o resto tinha sido "varrido" da loja, em menos de nada.
Esbofeteei-me mentalmente algumas vezes por ter achado que era mais esperta que os outros e fui à minha vida, tratar de outras compras da Black Friday que valiam muito mais a pena - curiosamente nenhuma em lojas do território português. Ainda tentei comprar umas coisas na Omnia mas aí o descalabro foi tal que perdi a vontade de lá voltar até hoje.
Para além disso, a grande maioria de marcas e lojas vão manter-se com descontos semelhantes nos próximos dias por isso não percebo as filas que quase me impossibilitaram de ir ao supermercado - sim, comprar comida - nesse fatídico dia.
Há pouco, e por mera curiosidade, fui espreitar a loja online da Zara e, espantem-se, o sobretudo estava lá, outra vez disponível no meu tamanho. E os ténis. E o resto da coisas! Incrível, a Inditex trabalha tanto que até ao domingo conseguem repor stock e fazer aparecer peças que, há dois dias, estavam esgotadíssimas!
É triste que estas coisas aconteçam e que as marcas façam isto. Mais valia selecionarem algumas peças e aplicarem-lhes o respetivo desconto, em vez de dizerem que a promoção inclui tudo mas esconderem muitos artigos para que não os possamos comprar mais baratos.
Não sei se isto terá acontecido a mais alguém e se estou enganada, posso ter sido só eu (não acredito), o que revelaria uma grande pontaria da minha parte mas julgo que não, infelizmente.
Bem, posso-vos dizer que, ainda assim, fiz bons "negócios" esta Black Friday, tendo sido um deles na Deciem que está com 60% numa série de kits de todas as marcas do grupo e que valem bem a pena (ainda estão a tempo de ir lá espreitar).
Portanto, Black Friday a valer é nos States e afins, porque cá, é o festival do costume! Boas compras!
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27 de novembro de 2016
1 de novembro de 2016
Estée Lauder - Victoria Beckham Collection
A coleção está de babar mas os preços... meu Deus! Que susto! Ainda assim, se quiserem espreitar o resto dos produtos podem fazê-lo aqui ou, então, passar mesmo pelo ECI e ver tudo ao vivo!
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25 de abril de 2016
Parfois Mummy & Me
Para quem ainda anda à procura de ideias para um presente para a mãe ou para quem tem uma filha que adora pedir os acessórios emprestados, a Parfois criou a linha Mummy & Me, com colares, pulseiras, brincos e anéis que podem ser usados em conjunto, partilhados ou "roubados". Com todo o amor.
29 de dezembro de 2015
O ano sem compras - afinal como correu?
Há um ano, sentada à frente deste computador, e após os excessos das compras de Natal e de uma valente limpeza e arrumação de toda a minha coleção de maquilhagem e cosméticos, decidi fazer um teste à minha pessoa e perceber até que ponto aguentaria um ano de contenção a nível de comprar coisas novas. Neste post dei conta das minhas intenções e fiz votos para que o ano de 2015 passasse depressa, pois já esperava que não fosse fácil para mim gerir a avalanche de lançamentos de maquilhagem, cremes e afins sem ter a "liberdade" de comprar aquilo que me apetecesse.
Penso que a principal questão será: mas compraste ou não? Posso responder sim e não, sem problemas. Sim, comprei algumas coisas, principalmente para substituir outras que fui terminando este ano. Não, cortei-me muitas e muitas vezes já que passei a analisar bem as minhas decisões antes de abrir a carteira.
Tive a sorte de ter pessoas à minha volta que perceberam a minha "agonia", almas bem intencionadas que foram fornecendo um toque de novidade aos meus looks de maquilhagem de 2015, evitando desvarios da minha parte. Essa foi uma das partes mais agradáveis deste processo. Afinal nem toda a gente que me rodeia acha ridícula esta paixão e, de forma solidária, tornaram este ano bem mais agradável.
Destes 365 dias retiro dois grandes pontos positivos: um, conseguir terminar muuuitos produtos que tinha abertos e sentir verdadeira satisfação de cada vez que usava pela última vez um produto. Para além disso, foi giro escolher qual seria o substituto para o "finado" do momento, já que ao saber que só podia comprar um produto de cada vez, era imperativo escolher bem. Dois, perceber que não "preciso" de todas as novidades que são cuspidas pela indústria da beleza e da maquilhagem, que na minha coleção há coisas lindíssimas que devo aproveitar e utilizar, desfrutando delas e brincando na criação de novos looks - afinal a maquilhagem serve para isso mesmo, para nos divertirmos com ela e sentirmo-nos bem ao usá-la. Para quê ter 20 bases diferentes na gaveta se só tenho uma cara? Será que a nova base que saiu este mês é assim tão diferente da que a marca tinha lançada há um ano atrás? Quantos batons encarnados diferentes podemos ter?
O mercado, seja ele qual for, está pensado desta forma. As marcas criam necessidades nos consumidores, vontade de gastar dinheiro em coisas novas, mesmo que as que já têm em suas casas estejam em perfeitas condições. Isto, toda a gente sabe.
Agora que esta imposição passou (e já nestes último meses notei isso) a minha primeira pergunta antes de comprar o que quer que seja vai ser: preciso mesmo disto? Não há nada que já tenha que seja parecido/ sirva para o mesmo/ tenha a mesma cor ou acabamento?
Depois, deixo passar algum tempo e vou tentando perceber se continuo a pensar em comprar o produto ou se não passou de um impulso. Passei a procurar o dobro das opiniões sobre as coisas antes de comprar, para tentar perceber se vale mesmo a pena ou não.
Sei que nem sempre vai ser assim, que irei ceder a algumas tentações mas a vida também precisa desses momentos. Como em tudo na vida, não podemos calcular ao milímetro aquilo que fazemos 24 horas por dia. Mas também sei que a minha coleção presentemente está baseada em critérios de qualidade e não de quantidade e que se vai manter assim durante muito tempo. Agora que penso nisso, uma das coisas que menos comprei este ano foram produtos de pouca qualidade, daqueles que só nos chamam a atenção pelo preço. Continuam a existir boas pechinchas, produtos que nos surpreendem pela fantástica relação qualidade/ preço mas já não tenho gavetas cheias de coisas que não uso por não gostar delas ou por me arrepender de as ter comprado, apesar de terem sido hiper, mega baratas.
Custou? Sim, muito.
Foi positivo? Mais ainda.
E agora? Agora, que venham as compras - mas com moderação e, principalmente, moderação. Muita!
Penso que a principal questão será: mas compraste ou não? Posso responder sim e não, sem problemas. Sim, comprei algumas coisas, principalmente para substituir outras que fui terminando este ano. Não, cortei-me muitas e muitas vezes já que passei a analisar bem as minhas decisões antes de abrir a carteira.
Tive a sorte de ter pessoas à minha volta que perceberam a minha "agonia", almas bem intencionadas que foram fornecendo um toque de novidade aos meus looks de maquilhagem de 2015, evitando desvarios da minha parte. Essa foi uma das partes mais agradáveis deste processo. Afinal nem toda a gente que me rodeia acha ridícula esta paixão e, de forma solidária, tornaram este ano bem mais agradável.
Destes 365 dias retiro dois grandes pontos positivos: um, conseguir terminar muuuitos produtos que tinha abertos e sentir verdadeira satisfação de cada vez que usava pela última vez um produto. Para além disso, foi giro escolher qual seria o substituto para o "finado" do momento, já que ao saber que só podia comprar um produto de cada vez, era imperativo escolher bem. Dois, perceber que não "preciso" de todas as novidades que são cuspidas pela indústria da beleza e da maquilhagem, que na minha coleção há coisas lindíssimas que devo aproveitar e utilizar, desfrutando delas e brincando na criação de novos looks - afinal a maquilhagem serve para isso mesmo, para nos divertirmos com ela e sentirmo-nos bem ao usá-la. Para quê ter 20 bases diferentes na gaveta se só tenho uma cara? Será que a nova base que saiu este mês é assim tão diferente da que a marca tinha lançada há um ano atrás? Quantos batons encarnados diferentes podemos ter?
O mercado, seja ele qual for, está pensado desta forma. As marcas criam necessidades nos consumidores, vontade de gastar dinheiro em coisas novas, mesmo que as que já têm em suas casas estejam em perfeitas condições. Isto, toda a gente sabe.
Agora que esta imposição passou (e já nestes último meses notei isso) a minha primeira pergunta antes de comprar o que quer que seja vai ser: preciso mesmo disto? Não há nada que já tenha que seja parecido/ sirva para o mesmo/ tenha a mesma cor ou acabamento?
Depois, deixo passar algum tempo e vou tentando perceber se continuo a pensar em comprar o produto ou se não passou de um impulso. Passei a procurar o dobro das opiniões sobre as coisas antes de comprar, para tentar perceber se vale mesmo a pena ou não.
Sei que nem sempre vai ser assim, que irei ceder a algumas tentações mas a vida também precisa desses momentos. Como em tudo na vida, não podemos calcular ao milímetro aquilo que fazemos 24 horas por dia. Mas também sei que a minha coleção presentemente está baseada em critérios de qualidade e não de quantidade e que se vai manter assim durante muito tempo. Agora que penso nisso, uma das coisas que menos comprei este ano foram produtos de pouca qualidade, daqueles que só nos chamam a atenção pelo preço. Continuam a existir boas pechinchas, produtos que nos surpreendem pela fantástica relação qualidade/ preço mas já não tenho gavetas cheias de coisas que não uso por não gostar delas ou por me arrepender de as ter comprado, apesar de terem sido hiper, mega baratas.
Custou? Sim, muito.
Foi positivo? Mais ainda.
E agora? Agora, que venham as compras - mas com moderação e, principalmente, moderação. Muita!
27 de novembro de 2015
Compras (ridículas) na Primark
Parece impossível mas fui à Primark e comprei... meias e toalhitas!!! Ridículo!
Os meus pés e mãos foram os contemplados nesta ida ao "grande antro de pechinchas" já que só trouxe 6 pares de meias de microfibra (3,50€), 3 pares de Footies (como é que isto se chama cá? - 3€), uns collants com uns gatos nas pernas (3,50€) e duas embalagens de toalhitas desmaquilhantes que só uso para limpar swatches das mãos (1,50€).
Os meus pés e mãos foram os contemplados nesta ida ao "grande antro de pechinchas" já que só trouxe 6 pares de meias de microfibra (3,50€), 3 pares de Footies (como é que isto se chama cá? - 3€), uns collants com uns gatos nas pernas (3,50€) e duas embalagens de toalhitas desmaquilhantes que só uso para limpar swatches das mãos (1,50€).
Muita bom!!!!
9 de outubro de 2015
3 de outubro de 2015
ColourPop - as compras
Vinte e quatro dias foi o tempo que tive de esperar para ter este pedido em casa! A ColourPop é uma marca que tem sido imensamente falada no meio blogger e, de fotos e vídeos que fui vendo ao longo dos meses, ia-me deixando com água na boca e vontade de testar alguns dos seus produtos. Ora a ColourPop cometeu a grande indelicadeza de não enviar os seus produtos para Portugal (ou para o resto da Europa) mas através do site Shipito (podem ver o post que fiz sobre como usar este serviço aqui) foi possível trazer até mim uma amostra daquilo que a marca tem para nos oferecer.
O meu pedido traduziu-se em duas sombras, dois blushes, um iluminador, dois Lippie Stix e os dois lápis de lábios correspondentes.
A ColourPop pratica preços muito agradáveis já que todas as sombras, batons e lápis de lábios custam 5 dólares e os blushes e iluminadores custam 8 dólares. Para produtos com esta pigmentação e qualidade, acho que não exageraram nada e os preços são super amigos. Para além disso, a partir dos 30 dólares, o envio é grátis (o que para mim, que tive de pagar o envio pelo Shipito, foi muito simpático).
Todas as caixas de sombras, blushes e iluminadores trazem um aviso e pedem-nos que fechemos sempre muito bem as tampas dos produtos, já que, devido à sua textura em mousse, podem ficar secos e perder intensidade de cor. Estranhamente, uma das sombras e o iluminador que pedi traziam as tampas mal enroscadas e os produtos vinham rachados. Tive de os pressionar com o dedo para que voltassem a ganhar uma forma "normal".
Para lábios, escolhi dois tons naturais mas com um twist: o primeiro é o Frida, que foi criado graças a uma parceria da marca com a Dani do canal Coffee Break with Dani e tem um acabamento acetinado. O segundo tom que escolhi chama-se Brink e tem acabamento mate. Ambos têm um lápis para ser usado com os batons, exatamente da mesma cor.
As sombras são, para quem goste de maquilhagem de olhos, uma autêntica perdição. São pigmentadíssimas e graças à sua textura em creme/ mousse podem ser aplicadas com pincel ou com o dedo. Escolhi dois tons fortes e ambos com acabamento metálico. O tom So Quiche foi o tal que vinha com a tampa mal enroscada e vinha fragmentada. Já deixei essa anotação no site do Shipito mas presumo que não adiante grande coisa. De qualquer forma, assim que usamos estas sombras, o relevo desaparece logo mas foi chato na mesma.
Em relação aos produtos de rosto, decidi-me por dois blushes naturais, o Prenup e o Birthday Suit, e por um iluminador, o Wisp.
Aqui ficam os swatches:
Agora que comecei a usar estas belezas estou ainda mais fã da marca! Talvez o mais difícil de usar sejam as sombras mas vou testá-las bem e voltar a falar delas daqui a algum tempo. O iluminador tem feito parte de todos os meus looks desde que chegou. Adoro-o! Os produtos de lábios são aquilo que esperava: amor absoluto!
Gosto de tudo, pronto.
2 de outubro de 2015
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