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15 de julho de 2015

Mas afinal o que é o strobing?

Afasta-te contorno, os teus dias de reinado chegaram ao fim. Chegou uma nova era - a do strobing. Nada de novo mas já sabemos como funciona isto das tendências: fazem-nos sempre acreditar que são a última bolacha do pacote. 


Ao contrário do tradicional contorno do rosto, tão popular graças a celebridades como Kim Kardashian, que recorre a produtos um pouco mais escuros (há quem diga que o ideal são 2 tons) que o nosso tom de pele para criar "sombreados" na cara, destacando algumas partes e "escondendo" outras, o strobing joga com a luz de uma forma diferente. Deixamos a sombra e escolhemos um look radiante, a tal luz que vem do interior (isto nunca resulta tão bem como em inglês mas pronto) para que a nossa pele brilhe, evidenciando os pontos da cara onde a luz incide naturalmente - maçãs do rosto, osso da sobrancelha, centro da testa, nariz e queixo.
Como se consegue? Facilmente. Basta recorrermos ao iluminador - que pode ser em pó, creme ou líquido - aplicado nos tais pontos estratégicos e conseguimos um ar fresco, suave e, muito importante, saudável. É mais simples de conseguir porque só usamos um produto e também é mais difícil ficar mal, a não ser que exageremos e passemos de uma pele iluminada para uma pele oleosa.
Este é, a meu ver, o maior cuidado que devemos ter se optarmos pelo strobing. Uma pele oleosa pode ficar bem bonita se se recorrer a esta técnica mas não nos podemos esquecer de matificar bem as zonas mais "perigosas" e, idealmente, emparelhar o iluminador com uma base mate que vai acabar por equilibrar toda a cara. É tudo uma questão de se ir experimentando e perceber qual o produto ideal para se obter o efeito desejado.



Aqui estão dois tutoriais que mostram como é fácil recriar o look:






Imagens e vídeos: google, polyvore e youtube




4 de maio de 2015

Iluminadores em creme - Nars, Mac e Essence

Não me canso de falar nisto: esqueci a pele mate, sem vida, assumi um aspecto mais natural, iluminado, dewy até (e desculpem-me o termo em inglês mas não encontro um equivalente em português) e deixei de viver pendente de retoques durante o dia (a não ser que a minha cara ande muito descontrolada em termos de oleosidade e brilhos).

Estamos numa fase em que tudo o que se vê é contorno e iluminação, sombra e luz, mas não nos podemos esquecer que o pode parecer bonito em fotografia ou em vídeo, em plena luz do dia, na "vida real" torna-se algo excessivo por isso o ideal é encontrar um meio termo, uma pele cuja "luz" pareça que vem de dentro e não da aplicação de maquilhagem evidente.
Apesar de ter alguns iluminadores em pó (adoro os Shimmer Brick da Bobbi Brown, por exemplo), tenho-me rendido aos produtos em creme para realçar alguns pontos do rosto ou, em dias mais raros, misturá-los com a base.

Os três mais usados não podiam ser mais diferentes, em termos de tom, efeito e, claro, preço: Nars Orgasm, Mac Strobe Cream e Essence Soo Glow! na cor 10 - Look on the bright side - aprendi a usá-los a todos e agora não os dispenso, de maneira nenhuma!

Enquanto o Orgasm em blush foi uma pequena desilusão para mim - demasiados brilhos, muito evidente nos poros - este produto é maravilhoso. Tem tudo o que blush não tem: um brilho dourado que se nota mas não é exagerado, um tom quente, entre o coral e o rosa, que funciona lindamente quando estamos bronzeadas mas que também resulta naquela fase do ano em que estamos daquela brancura nuclear (ou seja, agora). Não é que seja uma pechincha (custa 31,40€) mas este tubinho de 30ml vai-me durar para sempre porque é preciso tão pouco de cada vez que vai haver Orgasm para as minhas netas com certeza.
Com o Strobe Cream da Mac vai-me acontecer o mesmo. Não tenho o tamanho normal, comprei uma miniatura, também de 30ml, e esta coisa dura e dura... Nunca usei a versão líquida deste Strobe mas o creme é tão fluído e fácil de aplicar que nem quero imaginar como será usá-lo noutro formato. Quando o retiramos do tubo parece que nem tem assim tanta "luz" mas basta espalhá-lo na pele durante os segundos para parecer que "nasceu" ali um halo de prata, um brilho suave mas evidente que prefiro usar misturado com uma base líquida. A embalagem original tem 50ml e custa 32,50€.
O iluminador da Essence surgiu numa das últimas oportunidades que decidi dar à marca. Tinha ido à procura do eyeliner em gel e achei piada à textura deste iluminador em creme. Apesar de existir também um tom mais rosado, achei que este este seria melhor para o meu tom de pele. Ainda só tinha experimentado iluminadores em pó da marca mas fiquei gratamente surpreendida com este menino que custa uns simpáticos 4€. É fácil de aplicar, é subtil na pele e dura imenso. Fica tão natural que até custa a acreditar e basta dar uns toques leves na cara e esperar que ele "assente" um pouco. Já experimentei até pôr um pouco de pó por cima e ainda assim se mantém um ligeiro brilho na zona. Quem diria, hem?
Nars Orgasm, Mac Strobe Cream, Essence Soo Glow! 10



Luz, luz e mais luz!

7 de março de 2015

Pequenos tesouros da minha colecção - Hourglass Ambient Lighting Palette

Esta foi uma compra que adiei, adiei, até não poder mais! Numa das últimas vezes que a Net-a-Porter nos brindou com portes grátis, ganhei coragem e lá veio ela. E se, inicialmente, tinha receio de a usar (vejam só a idiota!), agora não a largo e não a uso só para iluminar a pele. Às vezes até os uso como pó finalizador.







Os três pós desta paleta têm funções diferentes:
- Dim Light é um pó bege neutro que ajuda a equilibrar os tons quentes e frios, de forma a minimizar as imperfeições da pele;
- Incandescent Light é o único tom que não existe em versão unitária e é um tom perlado que, para mim, é o mais "iluminador" dos três;
- Radiant Light é um pó de tom dourado que "aquece" a pele, dando-lhe um ar saudável.





Estou rendida  a estes pós! Passado o receio inicial e a pena de usar estas belezas até salivo só de pensar nos outros tons que existem (o Diffused Light está à espera que este ano sem compras termine) e acho que são produtos que deixam a pele no seu melhor. Impressionante! Não sendo a pessoa que mais recorre a iluminadores acho que este produto é perfeito: deixa a pele radiante mas sem parecer artificial. A luz parece que vem de dentro. Adoro!
A paleta ronda os 55€ na Net-a-Porter e vale muito a pena, principalmente se queremos experimentar vários tons dos Ambient Light Powders e não conseguimos escolher. Felizmente não é edição limitada (ou pelo menos a marca tem mantido a paleta à venda) por isso ainda se consegue encontrar. 
É a-m-o-r!!!

7 de fevereiro de 2015

A minha pele (já) pode usar a Face and Body da Mac!!!!!

Voltando ao tema "pele natural, iluminada, parece que o brilho vem de dentro e não da maquilhagem que temos na cara", desta vez trago a base que, muito provavelmente, é a minha mais-que-tudo de sempre. 
Estava guardadinha há uns meses porque a minha pele não estava em condições de a usar e eu sentia-me extremamente frustada cada vez que tentava aplicá-la mas agora, finalmente (yay!), posso voltar a ela.

A Face and Body da Mac tem sido uma base de culto desde sempre, usada por maquilhadores profissionais, com características únicas (é das bases que melhor se mistura com outras, mesmo de marcas diferentes - eu própria adoro misturá-la com a Sheer Glow da Nars) e, como o seu nome indica, utilizável quer na cara, quer no corpo.
Tem um acabamento natural, cobertura ligeira mas modulável, ou seja, se aplicarmos duas ou mais camadas nas zonas que necessitam de maior cobertura, conseguimos uma pele que parece "pele" mas uniforme, luminosa e mais bonita.



E porque razão estive tanto tempo sem a usar? Esta base não perdoa, e peles com imperfeições e que sejam oleosas não funcionam bem com ela. Como o acabamento da base é meio "molhado", parece que temos a cara a brilhar assim que a aplicamos e deve-se esperar um pouco para ela assente na pele. Poros muito dilatados também ficam bem visíveis e como cobre pouco, ou quase nada, com uma só "demão", quem tenha muita coisa a camuflar vai acabar por se sentir muito exposta. 
Para quem tenha pele seca, normal ou mista (e terá de se ir variando na quantidade de pó a usar) é uma base que funciona mas, claro, para quem não procure uma pele mate. Seria até criminoso usar esta base e, a seguir, carregá-la de pó matificante e tirar-lhe o que ela tem de mais bonito.

A Face and Body vende-se nas lojas Mac em embalagens de 50ml e custa pouco mais de 30€ (eu comprei a minha no aeroporto e o preço foi bem mais simpático). Quem puder visitar uma Mac Pro (não cá em Portugal, né? Para quando, senhores da Mac, uma loja Pro por cá?) poderá comprar também a embalagem maior, de 120ml, que ronda os 40€ (sai muito mais barato, bem sei). Atenção que esta base estraga-se com bastante facilidade, por isso, quem não a usar muito e comprar a embalagem maior pode acabar com ela a cheirar um pouco mal e com os componentes a separarem-se, qual azeite a fugir da água.
Falando em componentes, antes de aplicar a Face and Body há que fazer um pouco de exercício e agitar a embalagem vigorosamente, para que pigmentos e restante conteúdo fiquem bem misturadinhos e não tenhamos uma surpresa quando a começarmos a espalhar na nossa cara.


Atenção que a Face and Body é bem líquida.


Bem fluída, espalha-se lindamente, quer com as mãos, quer com pincel.

Cá está aquele brilho bonito mas tolerável que deixa na pele.

Há tons para todos os gostos e necessidades (como em quase tudo na Mac) e se tiverem receio, peçam a uma das maquilhadoras que vos aplique a base na loja e peçam também uma amostra para a poderem testar bem antes de gastarem o vosso dinheiro. E este conselho aplica-se a todas as bases (e outros produtos, que raio, é preciso experimentar bem antes de decidir) e a todas as lojas da especialidade. Não devemos ter vergonha. 

1 de fevereiro de 2015

True Radiance da Clarins - um foco de luz na pele

Como as coisas mudam... Lembro-me de, não há muito tempo atrás, estar obcecada por uma pele mate, isenta de qualquer ponto de luz, preocupada com os retoques constantes e em evitar a todo o custo que o meu nariz ou a minha testa mostrassem ao mundo um bocadinho da sua própria produção de óleo.
Felizmente, esse tempo passou e agora aquilo que mais privilegio é uma pele natural, sem oleosidade, claro, mas assumindo o que a pele deve mesmo ser. Basicamente, aquilo que eu nunca consigo dizer em português, por muito que tente mas que em inglês é super fácil: glowy, dewy skin.

Há tanto tempo que não me chamava nada a atenção da Clarins que até eu fiquei surpreendida com a última colecção da marca. Tenho mais uma ou duas coisinhas para mostrar para além desta True Radiance que comprei aproveitando aqueles fantásticos descontos da Primor de 30 ou 40% em produtos da marca.




A True Radiance é uma base líquida (e bem líquida), hidratante e de cobertura leve a média. Com uma só camada unifica a pele mas não disfarça grandes imperfeições mas é possível modulá-la e ir adicionando cobertura em zonas que precisem, sem deixar aspecto de máscara ou pasta. Para além da sua textura e do acabamento luminoso que deixa na pele por causa dos seus pigmentos reflectores da luz, esta base tem propriedades de tratamento, combatendo a tez baça. Para além disso tem SPF 15, que já é bastante bom, tendo em conta outras marcas e outras bases que não têm qualquer factor de protecção solar incluído.

É uma base que se trabalha muito bem, funde-se na pele e com a que quase nos esquecemos que estamos a usar alguma coisa. Tem aplicador incluído (coisa rara nos dias que correm) e a embalagem de vidro costumeira da Clarins. Existem 12 tons diferentes e pode-se encontrar em todas as perfumarias portuguesas da praxe por um preço que ronda os 35€ (mas na Primor continua a custar a ridicularia de 23,40€, já não têm é todas as cores). O tom que comprei é o 110 - Honey que não corresponde exactamente à minha cor de pele actual mas dá para ir gerindo até à Primavera, quando começarei (espero eu) a ganhar alguma cor e quando gosto (ainda) mais de uma pele a irradiar luz.