Mostrar mensagens com a etiqueta esfoliação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta esfoliação. Mostrar todas as mensagens
5 de outubro de 2015

Discos Esfoliantes: First Aid Beauty vs Nip+Fab

Ahhh, nada como uma boa esfoliação antes de dormir, suave o suficiente mas eficaz e capaz de garantir que acordemos com a pele macia como a de um bebé. Como sou extremamente infiel no que diz respeito a este tipo de produtos, ando sempre a saltitar de marca em marca, em busca DO esfoliante perfeito, a poção mágica que me faça esquecer tudo aquilo que já experimentei até então.
Tal como vos posso dizer que esse dia ainda não chegou, também estou em condições de afirmar que me tenho deparado com fórmulas que funcionam muito bem com a minha pele e estou bastante satisfeita com a panóplia de produtos com que esfolio a pele diariamente.

No meu caso particular, a esfoliação mecânica foi processo que abandonei há cerca de dois anos. Talvez recorra a um esfoliante do género (normalmente o da linha de Vitamina C da The Body Shop) de seis em seis meses, se tanto.
A esfoliação química, essa faz parte da minha rotina diária e tem feito maravilhas por esta carinha laroca.

Os discos esfoliantes são uma maneira prática de "arrumar" este passo da nossa rotina, sem discos de algodão nem outras preocupações. Aproveita-se bastante o produto porque usamos os dois lados do disco, um para o rosto e outro para a zona do pescoço e decote, por exemplo.

Há várias marcas a disponibilizar este tipo de produto (a Kiko não tem discos mas uns toalhetes para o mesmo propósito e que foram estrelas deste post) mas aqueles de que vos venho falar hoje são os da Nip+Fab, da linha Glycolic Fix, e os Facial Radiance Pads, da First Aid Beauty (sobejamente gabados por sua excelência, Mrs. Caroline Hirons).



Os Exfoliating Facial Pads da linha Glycolic Fix são uns discos finos embebidos numa solução de ácido glicólico a 2,8%. Para além da ação esfoliante deste ingrediente, contêm hamamélis e ácido hialurónico, que ajudam a deixar a pele tonificada e hidratada. São extremamente suaves e a ação renovadora não é dramática mas suficiente para o uso diário. Cada caixa traz 60 discos e custa 18,48€ na Asos (foi onde comprei os meus).


Chegada a vez dos Facial Radiance Pads da First Aid Beauty. São uns discos muito semelhantes aos anteriores mas que, para além do ácido glicólico, também incluem ácido láctico na sua composição. Casca de limão, raiz de alcaçuz e pepino fazem o resto e deixam o rosto tonificado e iluminado mas sem agressões. Também podem ser usados diariamente. Existem embalagens de 28 ou 60 discos que custam 15,40€ ou 28,20€, respetivamente no Beauty Bay (de onde vieram os meus).


Os discos são, como podem ver na foto, bastante parecidos, apesar dos da First Aid Beauty serem maiores. Há quem não goste deste tipo de embalagem porque o produto pode secar ou perder propriedades, por isso devemos certificar-nos que fechamos a tampa cada vez que retiramos um disco. Os meus não secaram, e eu não os uso todos os dias, já que vou alternando estes com outros produtos para o mesmo efeito.


Como conclusão, posso dizer-vos que gosto bastante de ambos os produtos e não tenho sentido a pele sensibilizada ou reativa. A esfoliação é muito delicada mas eficaz para, por exemplo, conseguir eliminar aquela escamação chata que por vezes tenho na zona do nariz e do queixo. Noto a pele mais bonita, com um ar saudável e sem aquele tom baço que umas noites mal dormidas e menos água provocam (e as minhas queridas olheiras ajudam a acentuar, muito obrigada) desde que me lembro.
Os da First Aida Beauty são um nadinha mais eficazes mas não há uma diferença abismal entre os dois produtos.

Estou rendida a este tipo de produto e, muito sinceramente, não me vejo a voltar à esfoliação mecânica já que é possível obter uma pele polida, lisa e bonita sem termos de "esfregar" na pele um produto rugoso.

20 de julho de 2015

AVISO: Este não é um post sobre comida... mas cheira a chocolate!

Cada vez que uso este esfoliante, dá-me vontade de meter lá o dedo e provar. Cheira taaaaaanto a chocolate!


27 de maio de 2015

Pixi Glow Tonic - tão, tão bom!

Como já tinha dado conta aqui e aqui, fiz um pedido à Pixi Beauty propositadamente para comprar o Glow Tonic, um tónico que há muito habitava a minha lista de desejos e que decidi experimentar, tal não é a quantidade de (boas) referências que o dito tem na internet.

Fã incondicional dos tónicos esfoliantes (e cada vez mais, confesso), desde que troquei o processo mecânico pelo químico posso dizer que a minha pele me tem agradecido com zero borbulhas (nem naquelas alturas mais propícias a desequilíbrios) e um tom mais uniforme e luminoso. Não fossem as minhas belas olheiras, que estão cada vez pior, e poderia afirmar que a minha pele está no seu melhor momento.

Claro que o facto de, finalmente, manter uma rotina de pele consistente terá tudo a dizer mas este passo da esfoliação é, certamente, um dos principais passos para a obtenção deste resultado.

Mas, vamos lá então ao Glow Tonic. Escusado será dizer que a febre chegou de terras de sua majestade, tal como grande parte das minhas vontades em termos de cosmética e maquilhagem. Uma vasta lista de bloggers e Youtubers inglesas começaram a referir este produto da Pixi que, para mim, e até então, era apenas uma marca de maquilhagem com coisas super giras e diferentes do que se costumava ver por aí à venda.
Claro que a cereja no topo do bolo foi o momento em que li este post da Caroline Hirons a comparar o Glow Tonic com um dos mais badalados tónicos esfoliantes, o P50 da Biologique Recherche. Na altura, a embalagem do Glow Tonic ainda não tinha sido renovada (e era ainda mais simples) e era um pouco mais barato - custava 16 libras, agora custa 18.
Só se comprava na loja física da marca e, alguns meses depois, a loja online passou a disponibilizá-lo mas estava sempre esgotado.
Finalmente, há uns meses consegui deitar-lhe a mão. E não posso estar mais satisfeita.



A lista de ingredientes do Glow Tonic é maravilhosa de ler: Aloe Vera, hamamelis, ácido glicólico e ginseng, só coisas boas para passar na nossa cara, não é? Os dois primeiros fazem com que o tónico seja suave para a pele, os dois últimos são os responsáveis de renovação e oxigenação das células, que é o que deixa a pele mais bonita e cheia de luz. Entretanto, estamos a falar de um produto sem álcool e que funciona bem em qualquer tipo de pele.

Como funciona? Como um tónico comum, basta colocar umas gotas num disco de algodão e passá-lo por todo o rosto (pescoço e colo, se assim preferirem), depois de este estar bem desmaquilhado e limpo. Apesar de poder ser usado duas vezes por dia, eu apenas o uso à noite (alternando-o com outros "irmãos" do género) e espero sempre um pouco até aplicar os produtos seguintes.

Nota-se alguma coisa? Sim, pelo menos eu noto. Em termos imediatos, ao acordar tenho a pele super macia e com um aspeto descansado. Nota-se logo um aumento da luminosidade da pele, principalmente naquelas fases em que notamos que a nossa cara está algo "cinzenta" e apagada e nunca mais tive a zona do queixo ou das bochechas a escamar.
A médio prazo nota-se uma melhoria generalizada da pele: tudo o que referi antes ainda se acentua mais e a isso podemos juntar um tom de pele mais uniforme, o desvanecimento de certas manchas, como as que deixam as borbulhas, e muito menos imperfeições na pele, mesmo que esporádicas.


A longo prazo, não sei ainda porque não o usei tempo suficiente para verificar se vai atuar em coisas mais complicadas, como as linhas ou rugas de expressão, que não estejam muito vincadas. Em termos de firmeza, espero que haja resultados mas não estou muito preocupada, para já. 
Mesmo que não resulte nestes pontos, aquilo que já vi que este produto faz convence-me totalmente.

Acho que é uma alternativa excelente para quem queira começar a usar este tipo de esfoliantes, por ser tão fácil de usar, mas também para quem já esteja "a dar-lhe nos ácidos" e procure um tónico para alternar com outros. 

O Glow Tonic da Pixi Beauty encontra-se à venda na loja online da marca mas também na Asos e na Cult Beauty, por cerca de 25€ (atenção que o frasco tem 250ml - aquilo nunca mais acaba) e vale cada cêntimo que custa. 
Gotta glow, girl!

12 de abril de 2015

Kiehl's Epidermal Re-Texturizing Micro-Dermabrasion vs The Body Shop Vitamin C Microdermobrasion

Há muito que queria partilhar a minha comparação entre estes dois produtos mas o facto de ter "abandonado" a esfoliação mecânica não ajudou e só esta semana voltei a pensar nisso, já que usei uma amostra de um deles (o tamanho grande despachei-o para alguém que o aprecia muito mais do que eu) e pronto, deu nisto.

Kiehl's Epidermal Re-Texturizing Micro-Dermabrasion


O nome é grande mas, infelizmente, o produto não é lá grande coisa. Ou melhor, o produto é excelente, é dos melhores esfoliantes que já usei, deixa a pele lisa e suave mas a troco de quê? Em primeiro lugar, um esfoliante que pode ser usado na cara e no corpo, ou é demasiado suave ou demasiado forte. Pois. É que este menino é forte, mesmo. Tão forte que dói. Dói, arranha, o que lhe quiserem chamar. 
Eu, que pensava não ter uma pele sensível, tive de abandonar este produto com duas ou três utilizações bastante desagradáveis. Ainda por cima, não é dos esfoliantes mais baratos do mercado, do alto dos seus 46€. Na altura precipitei-me e não quis levar amostras para casa, apesar da colaboradora da loja mo ter aconselhado. A menina aqui achou que já sabia tudo e tramou-se. 
Atenção que a marca alerta para o facto de a pele poder apresentar uma certa vermelhidão após a aplicação do produto (sinal que o produto está a funcionar como é suposto) mas no meu caso foi demais. O tratamento deve durar entre 30 segundos a 2 minutos (não mais) mas eu acho que nem consegui aguentar 10 segundos de cada vez que o usei. O grânulo é super fino e nada me fazia prever que o efeito na minha pele seria tão desagradável.


The Body Shop Vitamin C Microdermabrasion



Este esfoliante também veio cá para casa quando ainda não me tinha rendido às maravilhas da esfoliação química e comprei-o para substituir o da Kiehl's. Desta vez, pedi para testar primeiro o produto em casa e só depois de duas aplicações é que me decidi. Bem mais suave que o anterior, não se fica atrás na capacidade de renovar a pele. As partículas são finas mas eficazes, o creme tem um aroma fresco a laranja e limão que, pessoalmente, adoro e, no final, a pele fica tudo menos sensibilizada graças à presença da manteiga de Karité.
Bem mais amigo da carteira, custa 20€ e traz exactamente a mesma quantidade de produto que o da Kiehl's. 
Apesar de não usar este tipo de produtos com a mesma regularidade que mantinha há uns meses, vejo-me a recorrer a ele quando sentir que a pele está a precisar de um empurrãozinho, sem sentir que estou a agredir a minha pele, nem ficar com a cara irritada, vermelha e a doer após a sua aplicação.
A The Body Shop aconselha um tratamento semanal, suficiente para ajudar a pele a renovar-se, ficar com um aspecto mais iluminado, fresco e polido mas até acredito que seja possível usá-lo mais que isso, caso faça falta.

Enfim, fico satisfeita por encontrar produtos mais económicos que conseguem superar os mais caros, provando que nem sempre preço é sinónimo de maior eficácia. Não falo de qualidade pois julgo que ambos os produtos têm bastante mas é sempre agradável descobrirmos que um produto mais barato funciona melhor que um de mais do dobro do seu valor.
Boa, The Body Shop! Kiehl's, não desesperes, ainda há muita coisa que adoro em ti!