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28 de setembro de 2015

Separados à nascença? Benefit Gimme Brow vs Essence Make Me Brow

Confesso que tenho andado um pouco obcecada com as minhas sobrancelhas. Durante anos, a pinça foi a minha melhor amiga e elas acabaram por ficar tão finas que, agora que as quero mais espessas e preenchidas, já não sei o que hei-de fazer para que apareçam pelos nos sítios onde estão a fazer falta.

Se para as manter e preencher já encontrei os produtos e o local certos, continuo à procura de uma solução para dias mais apressados ou para quando saio à rua sem grande preocupação com a maquilhagem.
Pensei eu que tinha descoberto o fixador de sobrancelhas ideal - o Gimme Brow da Benefit -  quando, numa ida à Well's, olhei para o expositor da Essence e vi um produto que me pareceu familiar.


O Make Me Brow é muito, muito parecido com o Gimme Brow e não me parece que tenha sido coincidência.
Ambos funcionam da mesma forma: um gel com cor, combinado com umas pequenas fibras que, para além de fixar e colorir as sobrancelhas, lhes dá volume e cria a ilusão de existirem mais pelos onde, na verdade, não há. São muito práticos porque não temos que estar primeiro a preencher com sombra, lápis ou gel e depois a usar um fixador para as manter no sítio.

Os dois produtos estão disponíveis em duas cores, uma mais clara e outra mais escura. Eu tenho a versão mais escura das duas: na Essence, a Browny Brows, na Benefit, a Medium/ Deep.




Se por fora as semelhanças são muitas, por dentro são menores, pelo menos à primeira vista. A escova do Gimme Brow é mais pequena, a do Make Me Brow é um pouco maior. Para quem tenha as sobrancelhas fininhas talvez faça alguma diferença. Eu não notei muito mas acredito que dependerá muito desse facto.




Enquanto a cor, também parece que estes dois são irmãos - a cor é quase igual, sendo que o gel da Essence ainda está um pouco menos espesso que o da Benefit porque é mais recente (não está aberto há tanto tempo e isso faz diferença) mas, de resto, não há muito mais a dizer.

Em termos de volume e preenchimento, ambos fazem um bom trabalho e, apesar de inicialmente achar que o da Benefit dava mais volume que o da Essence, a verdade é que o efeito obtido é exactamente o mesmo. As fibras preenchem bem as falhas e os pelos ficam no lugar o dia inteiro. Acredito que a maioria das utilizadoras não lhes encontre grandes diferenças.



O último ponto será, presumo, o decisivo: o preço. Neste campo, não há comparação possível - o da Benefit custa uns 25€, o da Essence compra-se por menos de 4€. Palavras para quê? São marcas completamente diferentes e neste campo, nota-se bem. 
Continuando a reabilitar as minhas sobrancelhas, como estou, penso que este tipo de produto me vai continuar a fazer imensa falta. Ainda bem que olhei para o lado no dia que entrei na Well's. A minha carteira ficou mais feliz e eu, também.



13 de junho de 2015

The Wet Brush

Já lhe tinha deitado o olho há uns tempos mas ando sem grande vontade de fazer pedidos a lojas online (a não ser que seja imprescindível) por isso continuei com a minha vida, penteando os meus cabelos com a Tangle Teezer, como de costume.

Eis que, um dia, ao passar pela Pluricosmética do Rio Sul, vi que a loja tinha começado a vender estas escovas de que falam tão bem. Os preços são bastante semelhantes aos que já tinha visto noutros sítios, por isso lá veio uma comigo.



A escova é bastante agradável de usar, principalmente se comparada com a Tangle Teezer. Esta última sempre me deixou um pouco de pé atrás, pelo facto de me parecer que arranca alguns cabelos, quando estes estão molhados.
Para desembaraçar é bastante boa mas sempre a achei um pouco "agressiva".




O facto das cerdas da Wet Brush terem aquelas bolinhas, as tais que fazem uma massagem no couro cabeludo, tornam-na bem mais simpática de passar pelo cabelo do que as da Tangle Teezer, que são feitas em plástico bem duro, chegando até a picar um pouco, quando o cabelo está molhado.
Presumo que também se limpe melhor, por existir mais espaço entre cerda e cerda. O castigo que é, por vezes, tirar os cabelos que vão ficando na Tangle Teezer!
Em termos de capacidade "desenbaraçante", ambas são do melhor que já testei. O meu cabelo não é dos piores neste campo mas as duas escovas dão bem conta do recado, quer com o cabelo acabado de lavar, quer quando está seco.
Estou a gostar muito desta escova e acho que vou passar a levar a Tangle Teezer para a praia e deixar a Wet Brush para uso diário. Sinto que não agride tanto o couro cabeludo e que deixa o cabelo mais macio e brilhante.
Este modelo em particular é o Metallic e custa 8,50€. Há modelos para todos os gostos, desde as mini, para levar na carteira, às retangulares e até um modelo masculino, por isso, avancem, que isto é coisa boa.


19 de maio de 2015

Separados à nascença? - Mac Teddy Eye Kohl vs Essence Teddy Kajal Pencil

Os dois protagonistas do post de hoje são habitantes antigos cá de casa. Lápis de olhos e de lábios são coisa para durar comigo. Não sei por que razão mas duram, duram e duram. O que às vezes acontece é que não duram nos olhos mas isso é outra questão.

Hoje a coisa é mesmo comparar dois lápis com o mesmo nome, a mesma função e preço bem diferente: O Eye Kohl da Mac na cor Teddy e o Kajal Pencil da Essence, também na cor Teddy.



O Teddy da Mac é dos lápis mais conhecidos da marca, para não dizer dos produtos mais conhecidos da marca. É um castanho (que a marca define como bronze) com uns brilhinhos muito discretos, esses sim meio bronze, meio dourado. Não é dos lápis mais cremosos que já usei mas é o suficiente para lhe permitir ser usado para delinear ou para criar uma base e depois aplicar sombra em cima. Já o usei várias vezes na linha de água e não me criou qualquer tipo de problema, mesmo usando lentes de contacto. Dura o dia todo aplicado, a não ser que seja usado exactamente na linha de água mas para aguentar aí o dia todo não temos muitos produtos por aí à disposição.
O lápis da Essence foi uma surpresa desde o início. É cremoso q.b., fácil de aplicar e pode usar-se da mesma forma que o da Mac. Em termos de duração talvez seja até melhor que o da Mac, e estamos a falar de um lápis que custa menos de 2€. Já li algumas opiniões de pessoas que se queixam que este Kajal tem tendência a esfarelar quando é afiado mas o meu nem isso. Também é um castanho bastante usável, com partículas douradas muito pequenas. Este tipo de glitter preocupa-me por causa das lentes de contacto (quando entram nos olhos parece que temos areia a esfoliar-nos a retina) mas com este rapaz não há grande perigo.


E afinal, são parecidos? Ou partilham apenas o nome?



São tão, mas tão semelhantes, que até assusta. É que parece que são um só. A mesma cor, a mesma intensidade, são gémeos idênticos. As fotos foram tiradas com e sem sol e até eu fiquei com dúvidas relativamente à ordem pela qual fiz os swatches na mão.


É por tudo isto que, apesar de adorar o Teddy da Mac, recorro muito mais ao da Essence. Um lápis de olhos barato, bem pigmentado, duradouro e com uma cor fantástica não se encontra todos os dias. Só espero que a Essence não se lembre de o descontinuar, como é habitual.
Essence 1 - Mac 0.
Bravo Essence, way to go!



9 de março de 2015

Beauty Blender vs Real Techniques Miracle Complexion Sponge

Quando era miúda, a norma era usar uma esponja (redonda ou em cunha, tanto fazia) para aplicar a base, ou então recorrer às mãos. Já existia o típico pincel de base, tipo "língua de gato" mas, como me deixava a cara às riscas, rapidamente o pus de parte.
Depois de uma fase em que usei, e abusei, de pincéis (não o referido anteriormente) para besuntar a cara com base, sinto que voltei ao momento zero. Mas, claro, com estilo.
Quando a Beauty Blender surgiu no mercado (ainda só na sua versão rosa) não me chamou nada a atenção e desprezei totalmente a ideia de voltar a usar um objecto que, a meu ver, só absorvia base e não servia para grande coisa.
Até que comecei a prestar um pouco mais de atenção aos vídeos que ia vendo no YouTube e ao aspecto com que ficava a pele de quem ia passando aquela coisa humedecida na cara. Na encomenda seguinte à Maquillalia lá veio ela, a um preço relativamente mais simpático que o original. Menos mal.
Confesso que, apesar de gostar logo do resultado, não usei muito a espoja porque a comprei em rosa, sujava-se muito, tinha que a estar sempre a molhar, tinha que colocar um pouco de base na mão, limpar a dita a seguir à aplicação da base, uma seca pegada! Confesso que tenho um problema grave com algumas compras que faço: quero "poupar" tanto as coisas, tratá-las bem, usá-las pouco, que acabo por não desfrutar delas como deveria.
Tudo mudou quando comprei outra Beauty Blender - desta vez preta. Ah, maravilha! Não se nota tanto que está suja (se bem que a cada duas ou três utilizações lhe dou um banho completo) e comecei a habituar-me a todo aquele ritual de aplicação da base que, curiosamente, não gasta mais produto (antes pelo contrário, a esponja molhada ajuda a que usemos muito menos).

Depois surgiu a Miracle Complexion Sponge da Real Techniques. Era inevitável, toda a gente comparava esta esponja com a Beauty Blender, tecia-lhe os maiores elogios (sendo que o principal era o preço, muito mais simpático) e, claro está, lá pedi esta também, desta vez ao site iHerb (já que tinha outras coisas para encomendar de lá).

Comparar é sempre mau mas praticamente impossível e, à primeira vista, o que mais me chamou a atenção foi a diferença de tamanho das duas esponjas, quando secas. Enquanto a Beauty Blender seca é muito pequena e firme, a Miracle Complexion é maior e mais maleável. Quando ambas estão humedecidas, aumentam de tamanho mas nota-se muito mais na Beauty Blender do que na Miracle Complexion e continuamos a notar a diferença em termos de firmeza do material das duas esponjas.



Ambas esponjas são feitas de um material bastante poroso mas a da Real Techniques parece ser bastante mais frágil que a Beauty Blender (aliás, a minha já começou a rasgar-se e não a uso diariamente). 







Em termos de resultados? As duas esponjas deixam a pele extremamente natural, independentemente da base que estejamos a usar. É incrível como faz toda a diferença usar a esponja húmida, não só em termos de absorção do produto que estejamos a aplicar na pele, mas também em termos do aspecto com que fica a nossa cara. Gosto particularmente de usar a parte mais "gordinha" da espoja para fundir a base com a pele e é aí que as duas seguem caminhos separados: enquanto a Beauty Blender faz isso na perfeição, a Miracle Complexion é "mole" demais e não nos deixa dar "batidinhas" na cara exactamente como deveríamos.
Não é uma má esponja mas a Beauty Blender é francamente melhor (e bem mais cara, note-se). Aquilo que me faz preferir a Beauty Blender é, também, a sua resistência. Pelo que posso observar, a esponja da Reat Techniques não vai durar muito mais tempo. Tudo dependerá dos banhos que lhe dou.
A Beauty Blender, pelo contrário, não se queixa nada dos banhos que lhe dou. Fica como nova, não mostra sinais de "envelhecimento" prematuro e está aí para as curvas. É aqui que se justifica a diferença de preço. Quem puder pagar um pouco mais, sabe que vai ter uma esponja que durará imenso, desde que seja bem tratada. 
Quem preferir uma ferramenta igualmente boa mas mais barata, pode escolher a Miracle Complexio na Real Techniques. Custa um terço do preço mas é fácil de encontrar. 
Melhor que qualquer uma das duas só mesmo os nossos dedos.